A Pretinha do Congo, a Ciranda e a educação na Mata Norte

Como alguns já vinham dizendo à boca pequena, esse modelo, que tanto tem feito a alegria dos produtores e consumidores, começa a apresentar claramente seus rachões. Foi comunicado que uma empresa que exige conhecimentos maiores que apertar parafusos decidiu não se estabelecer em Goiana acusando a ausência de mão de obra especializada. E empresa está lembrando que sem uma política educacional séria não há como integrar-se moderno universo... Leia mais

Leitores e leituras

Depois que alguns amigos de profissão, sem comentários, solicitaram não mais receber informações sobre o que eu penso, fiquei feliz, pois entendi que estava sendo lido, comentado e, portanto, provocando reações que levam à produção do conhecimento. Há algo mais valioso que isto? Penso que não. Por outro lado, fiquei sem saber o que os deixava tão constrangido em meus pensamentos. O “não comentários” deles implica que ficarei... Leia mais

Maracutaias não são maracatus

O mês de julho é de muitas chuvas. Em meu tempo de menino nós usávamos galochas e, agora neste ano estou assistindo um julho que parece um chato de galocha. Bem, arriscando ser um chato, com ou sem galochas, vou conversar um pouco sobre política, ou o seu execesso. Esta semana a França lembra a Revolução de 1789. Começamos, os brasileiros, o mês com uma boas alegria. Tudo parecia que a presidente Dilminuída iria crescer um pouco ao mandar... Leia mais

Política no século XXI, assumindo responsabilidade e a cultura

  As duas últimas semanas nos forneceram a idéia de que os povos estão inquietos em diversas regiões, nos muitos continentes. Com o quadro de uma guerra civil na Líbia, com um dos lados da equação apoiado pela Organização do Tratado do Atlântico Norte – OTAN, uma instituição que busca uma a sua razão de ser desde que foi mudada a ordem política que provocou a criação; aprendo a Costa do Marfim vive com dois presidentes e o Japão... Leia mais

Em defesa do Núcleo de Rádio da UFPE

 Pois amigos, tem gente de olho na concessão da Primeira Rádio Educativa do Brasil, a Rádio Univeristária da UFPE. Tem gente querendo garantir um cabide de emprego, algum cargo em estatal. Nós, professores da UFPE, não vamos permitir que nos tomem a rádio criada por Paulo Freire. Vencemos a ditadura das armas, venceremos a ditadura de artistas profundos como um dedal de costureira. O texto que segue é do professor Lucivânio Jatobá, e agora... Leia mais