16 jul 2016 @ 10:19 PM 
 

 

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO

DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA

LICENCIATURA

DISCIPLINA: HISTÓRIA DE PERNAMBUCO

PROFESSOR: SEVERINO VICENTE DA SILVA


MOVIMENTO DE CULTURA POPULAR DE RECIFE: POLITIZAÇÃO POR MEIO DA EDUCAÇÃO.

Aline Gleicy Lopes de Oliveira[1]

“A educação é a arma mais poderosa que

você pode usar para mudar o mundo.”

Nelson Mandela[2]

Resumo:

O presente artigo tratará de forma sucinta uma ideia sobre a importância do Movimento de Cultura Popular do Recife para promover uma conscientização da realidade social da população pobre, bem com a ação deste mesmo movimento para provocar uma politização das massas através da educação.

Verificaremos também que o processo de alfabetização popular ocorria tendo como base a valorização da cultura popular e a utilização do vocabulário empregado no cotidiano da população regional. E por fim constataremos como o Movimento de Cultura Popular do Recife finalizou suas atividades após o golpe militar no Brasil em 1964.

Abstract:

This article will give briefly an idea about the importance of Recife Popular Culture Movement to promote an awareness of the social reality of the poor, as well as the action of this same movement to bring about a politicization of the masses through education.

We will check also the popular literacy process occurred based on the appreciation of popular culture and the use of the vocabulary used in the daily life of the regional population. Finally we note how the Popular Culture Movement of Recife finished its activities after the military coup in Brazil in 1964.

Palavras chaves: politics, cultura, education.

  1. 1. Introdução

No final da década de 1950 o Brasil se encontrava em uma grave crise econômica e social, havia um grande número de pessoas que dependiam de subempregos, vivam abaixo da linha da pobreza e eram analfabetos. Muitos governantes sugeriam que a crise econômica brasileira era causada pelo grande número de analfabetos existentes no país, porém surgiu em um grupo de intelectuais que acreditavam no contrário, de maneira coerente eles tinham a certe que o analfabetismo e a pauperização eram consequências da crise econômica.

Os intelectuais acreditavam que alfabetizando a população seria possível mudar a situação do país, pois junto com a alfabetização as pessoas ganhariam o direito a voto e também poderiam desenvolver uma conscientização da realidade social, bem como através da educação poderiam desenvolver a politização entre essa população carente. Sendo assim, políticos e intelectuais possuíam um objetivo comum, extinguir ou diminuir o analfabetismo no Brasil, ou seja, a luta contra a crise se torna a luta pela alfabetização da população pobre.

Nesse contexto surgem no Brasil, no início da década de 1960, grandes movimentos que objetivavam a alfabetização das massas. Em Recife surge o Movimento de Cultura Popular (MCP), em Natal surge a Campanha “De Pé de no Chão Também se Aprende a Ler, na Igreja Católica inicia-se o Movimento de Educação de Base (MEB) e a UNE – União Nacional dos Estudantes cria o Centro Popular de Cultura (CPC). No presente documento trataremos apenas a respeito do Movimento de Cultura Popular do Recife.

  1. 2. O Surgimento do Movimento de Cultura Popular do Recife

O Movimento de Cultura Popular do Recife (MCP)[3] teve início oficial em Recife no dia 13 de maio de 1960, com o apoio de Miguel Arraes, prefeito do Recife na época. O movimento fortaleceu a união de intelectuais pernambucanos que já estavam reunidos em prol da educação das massas e tinham suas base ideológicas influenciadas por ideias européias, em especial as ideologias do movimento francês Peuple et Culture (Povo e Cultura). O MCP tinha como foco a alfabetização e a conscientização da realidade social das massas, valorizando a cultura popular e politizando essa grande parte da sociedade brasileira.

O MCP visualizava a educação como um objeto que possibilitava a politização e a conscientização para a luta social. Ou seja, a educação estava como sinônimo de liberdade para a massa oprimida e manipulada pela elite brasileira, alfabetizando o povo teria o direito de escolher seus líderes e de opinar no cenário político brasileiro, acreditava-se que através da alfabetização das massas seria possível mudar a situação do país.

A sede do MCP ficou situada no Sítio da Trindade e teve como seu fundador e primeiro presidente Germano Coelho o qual se uniu a muitos outros intelectuais como Abelardo da Hora, Josina Godoi, Norma Coelho, Paulo Freire, entre outros inúmeros artistas e intelectuais que uniram-se ao movimento com objetivos de caráter político-educacional. Germano Coelho deixou bem claro esse ideológico político-educacional do movimento, deixando claro que o MCP teria surgido para a libertação do povo por meio da educação, ao responder para os críticos do movimento:

[...] “O Movimento de Cultura Popular nasceu da miséria do povo do Recife. De suas paisagens mutiladas. De seus mangues cobertos de mocambos. Da lama dos morros e alagados, onde crescem o analfabetismo, o desemprego, a doença e a fome. Suas raízes mergulham nas feridas da cidade degradada. Fincam-se nas terras áridas. Refletem o seu drama como “síntese dramatizada da estrutura social inteira”. Drama também de outras áreas subdesenvolvidas. Do Recife com 80.000 crianças de 7 a 14 anos de idade sem escola. Do Brasil, com 6 milhões. Do Recife, com milhares e milhares de adultos analfabetos. Do Brasil, com milhões. Do mundo em que vivemos, em pleno século XX, com mais de um bilhão de homens e mulheres e crianças incapazes sequer de ler, escrever e contar. O Movimento de Cultura Popular representa, assim, uma resposta. A resposta do prefeito Miguel Arraes, dos vereadores, dos intelectuais, dos estudantes e do povo do Recife ao desafio da miséria. Resposta que se dinamiza sob a forma de um Movimento que inicia, no Nordeste, uma experiência nova de Universidade Popular.”

(GASPAR, 2009. Pág.1)

O MCP surgiu com o intuito de melhorar o índice de alfabetização de crianças, jovens e adultos, porém ficou mais conhecido na história por sua eficiência na atuação da alfabetização de jovens e adultos. O movimento contou com projetos culturais, educacionais, profissionalizantes, artísticos, recreativos e de educação física. E tinha como principais objetivos:

  • Valorização da cultura brasileira;
  • Promover e incentivar a educação de crianças, adolescentes e adultos;
  • Desenvolver plenamente todas as virtualidades do ser humano;
  • Proporcionar a elevação do nível cultural do povo;
  • Formar quadros destinados a interpretar, sistematizar e transmitir os múltiplos aspectos da cultura popular.

Podemos observar através dos objetivos do MCP que tal movimento não desejava apenas alfabetizar a população pobre, mas seria um canal para levar a conscientização das lutas sociais, a politização e a democratização para uma população esquecida, oprimida e desvalorizada.

O MCP administrativamente foi dividido em três departamentos: o DFC, Departamento de Formação e Cultura; o DDI, Departamento de Documentação e Informação; e o DDC, Departamento de Difusão da Cultura. Desses o DDC foi o que teve um maior crescimento, dividindo-se em dez áreas distintas, mas interligadas: pesquisa (cujo diretor, era Paulo Freire), ensino de artes plásticas e artesanato, música, dança e canto, cinema – rádio -  televisão e imprensa, teatro, cultura brasileira, bem-estar coletivo, saúde, esportes.

O Departamento de Difusão da Cultura através de seus objetivos e de suas atividades desenvolvidas demonstra ainda com mais intensidade que o MCP não queria apenas promover a alfabetização, mas em seu processo alfabetizador havia um processo de conscientização e de politização dos povos menos favorecidos. Maria Betânia e Silva relata algumas atividades e objetivos do DDC:

“O projeto de núcleos de cultura popular visava fornecer às organizações populares os elementos de cultura popular capazes de incrementar suas atividades culturais; auxiliar as organizações populares a se expandirem e a se aprofundarem entre todas as camadas do povo; desenvolver a consciência do povo através da criação ou expansão de departamentos culturais nas organizações populares e ainda auxiliar as organizações e setores diversos do povo a formularem suas plataformas reivindicatórias no quadro geral da problemática econômica, social e política brasileira e nordestina (Pernambuco, 1963).” (SILVA, 2007. P.10)

Foi ainda através do DDC que surgiram o Teatro de Cultura Popular, foram elaboradas formas teatrais de expressão da problemática popular, no cinema se demonstrou em filmes os problemas fundamentais que lidava o povo. Nas artes plásticas e artesanatos objetivava-se incentivar as atividades da arte utilitária, visando a ocupação de famílias de baixa renda, por isso o DDC promoveu vários cursos como pintura, desenho, fantoche, cestaria, cerâmica, estamparia, tapeçaria e tecelagem. Foi organizado também o Centro de Artes Plásticas e Artesanato do MCP e a Galeria de Arte do Recife, onde os artesãos poderiam vender seus trabalhos. O MCP politizou também através da música, da dança e do canto, buscando reviver e preservar o folclore e as festas populares.

Como podemos observar o MCP não trabalhou somente em prol da alfabetização, mas criou realizou várias atividades que produziam na população uma consciência da realidade social da época, bem como atividades que visavam politizar a população e demonstrar a importância da atuação das massas no cenário político. O MCP atuou ainda promovendo a valorização da cultura popular, demonstrando que a produção cultural do povo não deveria ser esquecida, mas sim valorizada e repassada por gerações.

O MCP alcançou muitas conquistas relativas a alfabetização e profissionalização das massas como demonstrado por Risso e Silva, que afirmam que até setembro de 1962 o MCP já havia concretizado:

(…) 201 escolas com 626 turmas; 19.646 alunos; rede de escolas radiofônicas; um centro de artes plásticas e artesanato; 452 professores e 174 monitores, ministrando o ensino que correspondia ao 1º grau, supletivo e educação de base artística; uma escola para motoristas e mecânicos; centro de cultura D. Olegarinha; galeria de arte; conjunto teatral; cinco praças de cultura, estas praças levavam ao local: biblioteca, teatro, cinema, tele-clube; música, orientação pedagógica; jogos infantis; educação física. (CUNHA, GOES, 1999, p.17). (RISSO E SILVA, 2007. P.2-3)

As realizações educacionais, políticas e culturais do MCP não foram vistas com bons olhos pela elite brasileira e muito menos pela elite pernambucana. O movimento foi tido como uma ameaça as elites, pois valorizava a cultura popular e conscientizava as massas do seu poder social e político na sociedade. Logo o movimento foi acusado de subversivo e destruído no início do golpe militar de 1964, sua sede foi destruída e os documentos queimados, seus líderes perseguidos e exilados, dessa forma acabaria o Movimento de Cultura Popular do Recife.

  1. 3. A alfabetização que liberta

Como já foi dito anteriormente o MCP foi criado para promover a alfabetização das crianças, adolescentes e adultos, e isso o movimento fez muito bem. No entanto a educação de jovens e adultos não era simplesmente voltada para a alfabetização das pessoas, mas havia técnicas de alfabetização que levavam as pessoas a consciência das lutas sociais, a politização e a democratização das massas, tais formas de alfabetizar além de politizar a população também promoviam nelas a valorização da cultura popular. Todo o processo de alfabetização estava atrelado à realidade, ao meio em que a população estava inserida, esse método de ensino ficou conhecido como método Paulo Freire, tal método foi experimentado no MCP e depois ganhou o Brasil e o mundo.

A educação de jovens e adultos no MCP se desenvolveu de duas formas: as escolas de rádio (um tipo de educação à distância) e os círculos de cultura de Paulo Freire. As escolas de rádio tiveram início em setembro de 1961 após assinar um convênio com o SIRENA (Sistema de Rádio Educativo). A fim de suprir a defasagem do material pedagógico utilizado pelo SIRENA o MCP produziu o Livro de Leitura para Adultos[4], também conhecido como Cartilha do MCP, tal livro foi elaborado por Norma Coelho e Josina Godoy.

As escolas de rádio eram transmitidas pela Rádio Clube de Pernambuco e pela Rádio Continental. Em fins de 1961 já existiam 60 escolas radiofônicas, locais aonde as pessoas iriam para ouvir os programas de educacionais nas rádios, esses aluno eram acompanhados por monitores que os ajudavam a desenvolver as atividades dispostas na Cartilha do MCP. Essa cartilha visava “elaborar uma maneira de ensinar a ler que pudesse realmente, interessar ao homem e a mulher do Nordeste, cansados da luta diária pela sua sobrevivência e a de seus filhos” (SOUZA, 2007, P.4). Ou seja, a cartilha trazia uma linguagem já conhecida pelos alunos de forma o material de estudo pudesse interagir com a realidade do aluno.

Ao observar o Livro de Leitura para Adultos percebemos que as autoras promoveram a valorização da cultura popular, a valorização da produção artística populacional e a elevação do nível cultural da população. Bem como, fica claro a utilização da cartilha como forma de promoção da conscientização das lutas sociais, a fim de demonstrar para o povo que uma classe consciente pode produzir uma transformação política e social.

Analisando a Cartilha do MCP podemos perceber que a mesma se utiliza de frases de conscientização política e social para promover a alfabetização. Como por exemplo, as frases abaixo:

  • Lição 1: POVO          VOTO – O VOTO É DO POVO.
  • Lição 2: VIDA / SAÚDE / PÃO – O PÃO DÁ SAUDE. – SAÚDE É VIDA.
  • Lição 11: CASA / MOCAMBO – O POVO SEMA CASA VIVE NO MOCAMBO.

Além disso, constatamos também que ao final de algumas lições da Cartilha do MCP, colocam frases de despertamento político. Como por exemplo:

  • Com a carestia de vida, um bom salário é a defesa da família do operário. (lição 27)
  • Em um plebiscito o povo dá sua decisão. (lição 29)
  • O sindicato defende o camponês. (lição 46)
  • O homem do Nordeste pede justiça. (lição 50)

Estas são só uma amostra do que podemos observar que foi utilizado no Livro de Leitura para Adultos nas escolas radiofônicas para promover na população uma politização, uma consciência das lutas sociais. Bem como, para promover a alfabetização por meio da realidade social do povo.

Os Círculos de Cultura foram regidos por um método de ensino desenvolvido por Paulo Freire, tal método teve início no MCP e depois se espalhou pelo Brasil, após 1964 quando Freire é exilado o método Paulo Freire ganha o mundo e transforma vidas na África, Europa e Ásia. Ao pensar em alfabetização de adultos, Paulo Freire tinha como princípios a conscientização da realidade social, a politização, a transformação social e a produção de uma consciência crítica. Freire em seu método priorizava também uma educação que tivesse um pensamento político-pedagógico dialógico e libertador, além de valorizar o intercâmbio dos saberes entre aprendiz e educador. Dessa forma, os Círculos de Cultura de Paulo Freire eram locais de trocas de conhecimentos, de reflexão, de indagação de discussões, onde alunos e educadores eram iguais.

Nos Círculo de Cultura a alfabetização era realizada a partir da observação da realidade regional do povo, através da discussão dos problemas reais do grupo passava-se a realizar uma conscientização da realidade social e assim despertava-se o desejo no grupo pelo conhecimento das palavras, assim tinha início o processo de alfabetização que valorizava a leitura de mundo dos alunos, tal leitura seria antecessora à leitura das palavras, ou seja,

A proposta de Alfabetização de Adultos de Paulo Freire era baseada na conscientização e partia do pressuposto de que “a leitura do mundo precede a leitura da palavra”. Ele propunha a Alfabetização e a Educação de Base para Adultos sempre partindo de um exame crítico da realidade existencial dos educados, devia-se buscar e identificar as origens e a possibilidade de superar as problemáticas ali levantadas. (RISSO E SILVA, 2007. P.11)

Os Círculos de Cultura não utilizavam cartilhas, elas ocorriam em reuniões informais nas quais o educador observava os vocábulos do grupo e iniciava a alfabetização a partir do conhecimento de tais vocábulos, essa etapa da aprendizagem é chamada de etapa de preparação. Concluída essa fase inicia-se a etapa do aprendizado coletivo e solidário, na qual se aprende a fazer uma leitura da realidade social que se vive, bem como aprende-se a ler a palavra escrita. Dessa forma percebemos que a aprendizagem nos Círculos de Cultura apóia-se no processo de conscientização da realidade popular e nas discussões a respeito da cultura e dos problemas vitais e sociais da região.

Sendo assim, percebe-se que diferente dos sistemas de alfabetização anteriores o MCP se preocupava em gerar uma produção cultural voltada para as massas, de forma a elevar o nível cultural da população. Pois para o movimento a educação era uma arma política que acontecia por meio do enaltecimento da cultura popular. Dessa maneira, todas as formas de ensino desenvolvidas pelo MCP possuíam, é claro, as mesmas finalidades: alfabetizar, politizar, conscientizar, democratizar e despertar a estima pela cultura popular.

  1. 4. Conclusões

O Movimento de Cultura Popular foi inovador e transformador no Brasil, pois seus idealizadores perceberam que a educação era uma arma política, um meio de transformação social e político. O MCP viu a alfabetização como algo além da leitura, como uma conseqüência de um processo transformador, o processo de conscientização da realidade social, compreendendo e levando a compreensão de que só por meio da educação se poderia buscar mudanças e avanços sociais.

O MCP através dos diferentes processos de educação politizou, conscientizou e alfabetizou a massa da população esquecida, desprestigiada, marginalizada socialmente. A educação promoveu a tal população o direito do voto, logo o direito da luta por transformações sócias. O MCP foi “um instrumento de conscientização na luta contra a miséria e a desigualdade social, que eram, e ainda são, as responsáveis pelo analfabetismo” (RISSO E SILVA, 2006 P.13).

Contudo, em um mundo bilateral em que se vivia no período da guerra fria um movimento que conscientizava as massas e promovia mudanças sociais era visto como uma ameaça socialista, como um movimento de ideias subversivas e ameaçadoras. Sendo assim, após o golpe de 1964 o MCP é exterminado e inicia-se no Brasil uma fase de alienação popular, no entanto muitos já haviam sido arrematados pela conscientização social e pela politização e foi essa massa politizada que fez a diferença na luta contra a opressão e ditadura imposta o Brasil. Ou seja, as consequências do trabalho educacional do MCP foram além de sua existência, pois nem a leitura das letras, nem a nova leitura do mundo foram exterminadas com o MCP, o conhecimento adquirido pela população permaneceu e fez a diferença na luta contra a opressão.

  1. 5. Referências bibliográficas

COELHO e GODOY, Norma Porto Carreiro e Josina Maria Lopes de. Livro de Leitura para Adultos. Movimento de Cultura Popular. Editora de Recife S.A. Pernambuco. 1962 .

GASPAR, Lúcia. Movimento de Cultura Popular. Pesquisa Escolar Online, Fundação Joaquim Nabuco, Recife. Disponível em: <http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/>. Acesso em: 24/06/2016.

RISSO e SILVA, Suzana Aparecida e Marilei Aparecida Vidal. Alfabetização de adultos nos anos 60; movimentos de educação popular e o método Paulo Freire. UNIOESTE. Paraná. 2007.

SILVA, Maria Betânia e. REFLETINDO SOBRE O MOVIMENTO DE CULTURA POPULAR: ESPAÇO PARA A ARTE? Revista Digital Art& - ISSN 1806-2962 – Ano IV – Número 06 – Outubro de 2006.

SILVA, Severino Vicente da. Anotações para uma visão de Pernambuco  no início do século XX. Recife: Editora Universitária UFPE, 2014.

SOUZA, Kelma Fabíola Beltrão de. O Povo no Movimento de Cultura Popular de Recife. XXX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, São Paulo. 2007.

Fontes Virtuais:

http://www.onordeste.com/portal/movimento-de-cultura-popular-mcp/ Acesso em: 24/06/2016 às 08hs58min.

http://mcpldltarde.blogspot.com.br/ acessado Acesso em: 24/06/2016 às 07hs31min.


[1] Graduanda do curso de Licenciatura em História na Universidade Federal de Pernambuco.

[2] Frase retirada do blog no seguinte link: http://focoeducacao.blogspot.com.br/2009/03/selecao-de-frases-sobre-educacao.html visitado em 01 de julho de 2016 às 06hs32min.

[3] A partir desse momento sempre faremos referência ao Movimento de Cultura Popular do Recife através da sigla MCP.

[4] No texto o Livro de Leitura para Adultos também será tratado por Cartilha do MCP.

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Categories: História do Brasil, História do Século XX
Posted By: Biu Vicente
Last Edit: 16 jul 2016 @ 10 19 PM

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02 de dezembro de 1870



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