05 jul 2016 @ 5:11 PM 

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO

CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS

DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA

TÓPICOS ESPECIAIS DE HISTÓRIA DO NORDESTEIGREJAS E RELIGIÕES

Prof.  Dr. Severino Vicente da Silva

DARLIANE ALICE DOS SANTOS TOMAZ (Graduanda)

RECIFE

2016

MULHER E RELIGIÃO

INTRODUÇÃO

O presente artigo pretende abordar como a mulher é vista/representada nas religiões mais influentes do Brasil. O estudo sobre religião é fundamental, pois mesmo com o processo de secularização pelo qual estamos passando, ela continua sendo uma das bases importantes para a (re) construção sociocultural da identidade do povo brasileiro. Em nosso país, o aspecto religioso sempre foi muito influenciador, e continua sendo. Quando há o cruzamento de religião e gênero, muito pode ser discutido. Quando aí se inserem questões étnicas e de classe, mais questões surgem e, no universo das religiões todos esses pontos estão entrelaçados.

“A religião é, antes de tudo, uma construção sociocultural. Portanto, discutir religião é discutir transformações sociais, relações de poder, de classe, de gênero, de raça/etnia; é adentrar num complexo sistema de trocas simbólicas, de jogos de interesse, na dinâmica da oferta e da procura; é deparar-se com um sistema sociocultural permanentemente redesenhado que permanentemente redesenha as sociedades.” (SOUZA, 2004, p. 122-123).

Costumamos ter a visão de que, no mundo medieval, a mulher era submissa à figura masculina, quer no lar, quer fora dele, isto é, nos trabalhos realizados nas cidades ou no campo, ou ainda nas esferas eclesiásticas. Essa ideia nasceu de um preconceito muito comum: o de se achar que, por ter sido uma sociedade orientada pela religião cristã católica, a figura da mulher estaria diretamente associada ao pecado, seja pela narrativa do Gênesis, em que se tem Eva como aquela que induz Adão a pecar, seja pelo corpo feminino, que poderia levar a prazeres sensuais e à luxúria.·.

Mas o fato é que as categorias de compressão da Igreja Católica, desde suas raízes no cristianismo primitivo, nunca atribuíram à mulher nenhuma condição de inferioridade ou de detenção do pecado em relação ao homem. O cristianismo compreende que o ser humano, tanto a mulher quanto o homem, está exposto ao mal, porque é livre – tem liberdade para aceitar ou negar o bem, a graça. Desse modo, nas esferas social e eclesiástica da Idade Média, como os homens, as mulheres possuíam um grande trânsito. A sociedade não lhes negava espaço a partir de determinações político-religiosas, como bem nota a historiadora Regine Pernoud, no livro “O Mito da Idade Média”:

[…] certas mulheres desfrutaram na Igreja, e devido à sua função na Igreja, dum extraordinário poder na Idade Média. Algumas abadessas eram autênticos senhores feudais, cujo poder era espeitado de um modo igual ao dos outros senhores; algumas usavam báculo, como o bispo; administravam muitas vezes vastos territórios com aldeias, paróquias. [1]

Além da grande influência na esfera eclesiástica, as mulheres também tinha lugar de destaque fora das abadias e conventos. Prossegue Pernoud:

Nos atos notariais é muito frequente ver uma mulher casada agir por si própria, abrindo, por exemplo, uma loja ou um negócio, e isto sem ser obrigada a apresentar uma autorização do marido. Finalmente, os registros das derramas (nós diríamos os registros dos recebedores), quando nos foram conservados, como é o caso de Paris, no fim do século XIII, mostram uma multidão de mulheres que exerciam profissões: professora, médica, boticária, educadora, tintureira, copista, miniaturista, encadernadora, etc.” [2]

No que se refere à questão das práticas mágicas, feitiçaria, bruxaria, etc., a figura da mulher estava, sim, diretamente relacionada. Isso acontecia em virtude das misturas culturais entre ritos pagãos, de origem romana e germânica, e concepções do cristianismo popular sobre os demônios, ou entidades inferiores. O culto pagão da fertilidade, por exemplo, tinha grande lastro na Idade Média. Contudo, os surtos persecutórios às mulheres identificadas como “bruxas” partiam mais da população que procurava “bodes expiatórios” para explicar algum desastre natural, como secas, enchentes, peste, etc., e menos da Igreja e da Inquisição. A Inquisição, aliás, nasceu como forma de contenção dos linchamentos públicos que eram levados a cabo contra alguém acusado de heresia.

[1]

A MULHER NA RELIGIÃO CATÓLICA

Na religião católica há uma forte representação da mulher de modo positivo, que é Maria, a nova Eva, que é a pessoa humana mais perfeita. Ela não é uma deusa nem uma semideusa, e sim a Mãe de Deus. Maria, virgem e Mãe, está evidentemente ao contrario da cultura atual, que exalta sexualidade separada da maternidade. No entanto, para todos os cristãos – e não somente para os católicos –, Maria tem um lugar absolutamente eminente. Ela é a mulher por meio de quem Deus veio ao mundo. Ela ofereceu sua fé a Deus, ao contrário de Eva, que preferiu confiar no que o “tentador” lhe prometeu. Maria é a nova Eva. Uma curiosidade é que a saudação do anjo, “Ave”, em latim, retoma, em sentido inverso, as letras do nome de Eva.

A Igreja católica viveu/vive em uma sociedade que se caracteriza fortemente pelos preconceitos da época. Mas, na história da Igreja, um considerável número de mulheres ocupou lugares decisivos. Especialmente as religiosas, como demonstra a história, houve mulheres que tiveram um papel decisivo e desempenharam tarefas de valor considerável. Basta pensar nas fundadoras das grandes Famílias religiosas, como por exemplo, Santa Clara[2] e Santa Teresa de Ávila[3].

No século XIX, as mulheres que tiveram a máxima autoridade foram às fundadoras e as superioras das comunidades religiosas, que mais do que à oração, se dedicavam à prestação de cuidados de saúde, à educação e à caridade.

Na vida concreta da Igreja atualmente, muita cargos de responsabilidade são ocupados por mulheres. Mais do que na sociedade civil. Quando a pessoa contempla a vida de uma paróquia, ou inclusive de uma diocese, descobre que muitas responsabilidades importantes são ocupadas pelas mulheres. Inclusive nas especialidades consideradas masculinas, como nas finanças. Nos conselhos paroquiais ou diocesanos, é maioria. Por isso, não surpreende que, em média, as mulheres representem dois terços dos fiéis, contra um terço de homens. Várias mulheres também estão presentes nos serviços da Santa Sé. Se for minoria, isso se deve a que a maior parte dos funcionários é constituída por sacerdotes.

A MULHER NA IGREJA EVANGÉLICA

A presença da mulher nas Igrejas evangélicas é muito diversificada. Na Igreja luterana, a mulher do pastor geralmente assume uma função de liderança na comunidade. Auxilia seu marido na pastoral. Hoje em dia, inclusive, há pastoras, diaconisas na Igreja Luterana.

Nas Igrejas presbiterianas (fiéis a Calvino), a mulher não participa da administração suprema da igreja. Isto está reservado ao conselho de presbíteros, que todos devem ser homens.

No anglicanismo, existe hoje um conflito, quase de cisma, em que alguns grupos admitem a ordenação da mulher para todos os cargos hierárquicos. Outros grupos não admitem isto. Num sentido originário, continuaram, mais ou menos com a tradição da Igreja católica. Embora, pastores e bispos não precisassem ser celibatários. O que já é muito, pois isto supõe admitir que a mulher não necessariamente representasse um perigo para a pureza da fé e do culto do pastor. Nas igrejas evangélicas mais recentes, cada uma vai se institucionalizando de acordo com certas circunstâncias locais. Se existem líderes femininas nas comunidades, elas, geralmente, conquistam mais poder e participação na igreja. Mas, de fato, se vê na mídia que também nestas igrejas recentes, os pregadores (pastores) geralmente são do sexo masculino.·.

A MULHER NA RELIGIÃO AFRO-BRASILEIRA

A religião na África é comandada por homens, no Brasil se deu o inverso, porque aqui as mulheres foram as primeiras a conseguir as alforrias. Quando elas conseguiam as alforrias, elas já se tornavam comerciantes, vendiam um pouco de tudo, eram chamadas de negras vendeiras. Então, com essas vendas, elas começaram a comprar os seus pares e também a comprar seus companheiros tanto maritalmente como companheiros da escravidão. A partir daí, elas conseguiam a alforria e a independência econômico primeiro do que os homens. Então no Brasil as mulheres vão e formam os primeiros candomblés, porque a maioria era sacerdotisa ou iniciada na religião dos antepassados dos orixás divinizados.

Percebe-se que na religião Afro-brasileira a mulher ocupar uma posição de maior destaque em comparação às outras religiões. Podemos perceber que na religião católica, não é permitido às mulheres dirigir a cerimônia de maior destaque, que é a missa. Nos templos evangélicos e pentecostais a situação se repete, pois a grande maioria de bispos é do sexo masculino. Há pouco tempo, começaram a surgir timidamente, algumas mulheres nessa posição. Na maioria dos terreiros o número de mulheres predomina sobre o de homens nos terreiros. O candomblé resiste principalmente nas periferias brasileiras, onde a maioria da população é negra e mestiça. São as mulheres, que lideram os Ilês.

CONCLUSÃO

Este trabalho teve como objetivo descrever como a mulher é representada nas religiões mais influentes do Brasil. Assim, adentramos o universo das religiões, focando no papel que a mulher desempenha nessas religiões. Percebemos que esse papel se diferencia do que predomina na sociedade global, onde existe uma afirmação sociocultural da masculinidade. Dessa forma, alguns padrões não se estabelecem como “verdadeiros” e próprios. Assim estas representações se dão a determinados grupos o poder de estabelecer, através dos discursos ditados por relações de poder, aquilo que tem estatuto de realidade.

ANEXOS

ORIXÁS FEMININOS

Nanã – As filhas de Nanã são conservadoras e presas aos padrões convencionais estabelecidos pela sociedade. Passam aos outros a aparência de serem calmas, mudando rapidamente de comportamento, tornando-se guerreiras e agressivas; quando então, pode ser perigoso, o que assusta as pessoas.

Obá – As filhas de Obá normalmente não tem muito jeito para se comunicar com as pessoas, chegam a ser duras e inflexíveis. Têm dificuldade em ser gentis e estabelecer um canal de comunicação afetiva com os outros; às vezes são brutas e rudes afastando as pessoas ao seu redor.

Ewá – As filhas de Ewá são vivas e atentas, mas sua atenção está canalizada para determinadas pessoas ou ocasiões, o que as leva a desligar-se do resto do mundo. Isso aponta certa distração e dificuldades de concentração em determinados momentos.

Oxum– As filhas de Oxum são aquelas que agem com estratégia, que jamais esquecem as suas finalidades; atrás da sua imagem doce esconde-se uma forte determinação e um grande desejo de ascensão social.

Iansã – As filhas de Iansã são conhecidas por seu temperamento explosivo. Estão sempre chamando a atenção por serem inquietas e extrovertidas.

Iemanjá – A força e a determinação fazem parte das características das filhas de Iemanjá, assim como o sentido de amizade, mas que está sempre cercada de algum formalismo. Apesar do gosto pelo luxo, não são pessoas ambiciosas nem obcecadas pela própria carreira, detendo-se mais no dia a dia, sem grandes planos para atividades a longo prazo.

SANTAS CATÓLICAS

História de Santa Teresa de Ávila

Gostava de ler histórias de santos, chegando a fugir de casa com seu irmão para dar a vida por Cristo tentando evangelizar os mouros. Sua mãe faleceu quando Tereza tinha 14 anos. Então, seu pai a levou para estudar no Convento das Agostinianas de Ávila. Quando leu as “Cartas” de São Jerônimo, disse  a seu pai que iria se tornar religiosa. Seu pai não queria, mas com 20 anos ela “fugiu” para o Convento Carmelita de Encarnacíon, em Ávila.

Viveu no Convento da Encarnação, ficando muito doente por três anos, seu pai a tirou do convento para ser tratada. Praticando a oração mental seguida pelo livro, “O terceiro alfabeto espiritual”, do padre Francisco de Osuna, recuperou sua saúde e retornou ao Carmelo. Com muita amabilidade e caridade, conquistava a todos conversando no locutório do Carmelo. Após 25 anos no Carmelo pede permissão ao provincial, padre Gregório Fernandez para fundar novas casas, com uma vida mais austera e com menos irmãs, visto que onde ela morava haviam mais de 200 freiras. Apesar de a maioria ter ido contra, Santa Tereza continuou com sua missão fundando várias casas, com o apoio de dois frades carmelitas, o superior Antonio de Jesus de Heredia, e Juan de Yepes, (São João da Cruz). Conseguiu depois de muita luta,  a autorização de Roma para separar a ordem das carmelitas descalças, (por usarem roupas rasgadas e sandálias ao invés de sapatos e hábitos), das carmelitas calçadas, ordem a que pertenciam. Deixou para São João da Cruz a missão de continuar fundando novos conventos, escrevendo também a pedido de Santa Tereza, as regras para os mosteiros masculinos.

Realizou uma grande reforma na Ordem das Carmelitas Descalças. Fundou vários conventos, (32 mosteiros, 17 femininos e 15 masculinos), com uma rígida forma de vida, trabalho e silêncio. Santa Tereza foi considerada muito inteligente, e deixou várias obras escritas, como o Livro da Vida, o Caminho da Perfeição, Moradas e Fundações entre outros. Com uma forte doutrina que dirige a alma até uma espiritualidade com Deus, no centro do Castelo Interior, com base na espiritualidade carmelita, que são os quatro degraus da  oração: o recolhimento, a quietação, a união e o arrebatamento. Um anjo transpassou seu coração com uma seta de fogo, fato este que é comemorado pelo Carmelo com a festa da Transverberação do coração de Santa Tereza, no dia 27 de agosto. Tinha o dom de predizer o futuro e de ler as consciências das pessoas.

Oito anos antes de morrer, foi lhe revelado a hora de sua morte, aumentando mais ainda o seu amor a Deus e as orações. Santa Tereza morreu no dia 4 de outubro de 1582, com 67 anos. Depois de uma viagem para encontrar com a Duqueza  Maria Henriques, ficou por 3 dias de cama pois estava bem debilitada, e disse a Beata Ana de São Bartolomeu : “Finalmente, minha filha, chegou a hora da minha morte.” E na hora de sua morte ela disse: “Oh, senhor, por fim chegou a hora de nos vermos face a face.” Foi sepultada em Alba de Tormes, onde estão suas relíquias. Depois de sua morte e até os dias de hoje, seu corpo exala um perfume de rosas, e se conserva intacto,(incorruptível). Seu coração conservado em um relicário, em Alba, na igreja das Carmelitas, tem uma profunda ferida, de quando foi marcado pelo anjo. Santa Tereza foi canonizada  no dia 27 de setembro de 1970, pelo Papa Paulo Vl, que lhe conferiu o título de Doutora da Igreja, e sua festa é comemorados no dia 15 de outubro.

História de Santa Clara

Clara desde jovem já tinha a fama de muito religiosa e recolhida. Aos 18 anos ela fugiu com uma amiga, Felipa de Guelfuccio, para encontrar São Francisco de Assis, na Porciúncula, (capelinha de Santa Maria dos Anjos, onde nasceu a ordem dos Franciscanos e a ordem de Santa Clara). Lá ela era esperada para fazer os primeiros votos e entrar no convento dos franciscanos.

O próprio São Francisco cortou os cabelos de Clara, sinal do voto de pobreza e exigência para que ela pudesse ser uma religiosa. Depois da cerimônia ela foi levada para o Mosteiro das Beneditinas. Santa Clara de Assis vendeu tudo, inclusive seu dote para o casamento e distribui aos pobres. Era uma exigência de São Francisco para poder entrar para a vida religiosa.

A família de Santa Clara de Assis tentou buscá-la, mas ela se recusou a voltar, mostrando para o seu tio Monaldo os cabelos cortados. Ele, então, desistiu de levá-la. Nisso, sua irmã Catarina, também foge para o convento aos 15 anos de idade. A família envia novamente o Tio Monaldo para busca-la à força. Monaldo amarra a moça e prepara-se para arrastá-la de volta para casa.

Clara não suporta ver o sofrimento da irmã e pede ao Pai Celeste que intervenha. Então a menina amarrada ficou tão pesada que ninguém conseguia movê-la. Monaldo, então, desistiu. Catarina entrou para o convento e recebeu o nome de Inês. Depois de ter passado pelo convento de Santo Ângelo de Panço, São Francisco leva Clara e suas seguidoras para o Santuário de São Damião, onde foram morar em definitivo.

Por causa da invasão muçulmana, a região de Assis passou necessidades. Tanto que, certa vez, as irmãs, que já eram mais de 50, não tinham o que comer. Então a irmã cozinheira chega desesperada e diz a Santa Clara de Assis que havia somente um pão na cozinha. Santa Clara diz a ela: confie em Deus e divida o pão em 50 pedaços. A irmã cozinheira, mesmo sem entender, obedece. Então, de repente, dezenas de pães aparecem na cozinha e as irmãs conseguem se sustentar por vários dias.

Santa Clara de Assis é a fundadora das Clarissas, (antes chamadas de senhoras pobres), com conventos espalhados por vários lugares da Europa e uma espiritualidade voltada para a pobreza, à oração e a ajuda aos mais necessitados. Ela escreveu a Regra para as mulheres religiosas, (forma de vida), a regra de viver o mistério de Jesus Cristo de acordo com as propostas de São Francisco de Assis. Regra depois aprovada pela Papa. Ela foi o lado feminino dos franciscanos e as irmãs Clarissas permanecem até hoje.

Santa Clara de Assis morreu em Assis no dia 11 de agosto de 1253, aos 60 anos de idade. Um dia antes de sua morte ela recebeu a visita do Papa Inocencio lV, que lhe entregou a Regra escrita por ela aprovada e aplicada a todas as monjas. Na hora de sua morte ela disse: Vá segura, minha alma, porque você tem uma boa escolha para o caminho. Vá, porque Aquele que a criou também a santificou. E, guardando-a sempre como uma mãe guarda o filho, amou-a com eterno amor. E Bendito sejais Vós, Senhor que me criastes.

O Papa mandou enterrá-la na Igreja de São Jorge, onde São Francisco estava enterrado. Em 1260 depois de construída a Basílica de Santa Clara, ao lado da Igreja de São Jorge seu corpo foi transladado com todas as honras para lá. Sua canonização foi oficializada pelo Papa Alexandre lV, no ano de 1255, dois anos após sua morte. Santa Clara de Assis é representada com uma roupa marrom e touca branca, com uma custódia com o Santíssimo sacramento.

REFERÊNCIA

ALEXANDRE, M. Do Anúncio do Reino à Igreja – papéis, ministérios, poderes femininos. In PERROT, Michelle e DUBY, Georges. História das Mulheres no Ocidente. Trad. Maria Helena C. Coelho e Alberto Couto. Porto: Edições Afrontamento, 1990.

AQUINO, Ítalo de Souza. Como escrever Artigos Científicos – sem arrodeio e sem medo da ABNT. João Pessoa: Editora Universitária (UFPB), 2007.

AUGRAS, Monique. De Iyá Mi a Pomba-gira: transformações da libido. In: MOURA, CarlosEugênio Marcondes (Org.). Candomblé: Religião do corpo e da alma: tipos psicológicosnas religiões afro-brasileiras. Rio de Janeiro: Pallas, 2000.

BASTOS, Ivana S. O perfil dos terreiros de João Pessoa. Relatório 2008. João Pessoa:

BÍBLIA Sagrada. 9ª ed. Ave Maria, 1966.

BÍBLIA. Português. Bíblia Sagrada. São Paulo: Loyola, 1989.

FIORENZA, E. S. As origens cristãs a partir da mulher: uma nova hermenêutica. Trad João Rezende Costa. São Paulo: Edições Paulinas, 1992.

http://mais.uol.com.br/view/fhtaeq67a15x/a-mulher-e-o-cristianismo-um-passeio-pela-historia-0402336ED4C12326?types=A&.

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http://mgculturalpb.blogspot.com.br/2011/12/o-papel-da-mulher-na-historia-do.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Feminismo

http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/islamismo/contexto_debate.html

http://www.cruzterrasanta.com.br/historia-de-santa-clara/69/102/#c

http://www.cruzterrasanta.com.br/historia-de-santa-teresa-de-avila/110/102/#c

MATA, Sérgio Da. História e Religião. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2010.

SOUZA, Sandra Duarte de. Revista Mandrágora: gênero e religião nos estudos feministas. Revista Estududos Feministas, Florianópolis, v. 12, n. spe, 2004. Disponível em: . Acesso em: 24 Ago 2008.

STANLEY, J. Grenz. Mulheres na Igreja. Ed. Candeia, 1998.

UFPB, 2008. 22p. Mimeo.


[1] PERNOUD, Regine. O Mito da Idade Média. Lisboa: Publicações Europa-América, 1978. p. 95.

[2] Idem. p. 101.

[2] Vida é legado no final do artigo (anexos)

[3] Idem

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Categories: Histório da Cultura, Hisória do Cristianismo, Religião Afro-brasileira
Posted By: Biu Vicente
Last Edit: 05 jul 2016 @ 05 12 PM

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02 de dezembro de 1870



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